Nanodegree

abril 6, 2015 § 1 comentário

Para quem nunca ouviu ou leu a palavra, nanodegree é uma espécie de diploma concedido pela indústria de desenvolvimento e programação de sistemas. O nome vêm da matemática, para quem não lembra, nano é um fator decimal bem pequeno, daqueles com muitos zeros à frente. Não é à toa, o nanodegree é um curso bem pequeno (de 6 a 9 meses) e é focado especificamente no conhecimento necessário para realizar projetos práticos.

É muito utilizado pelos profissionais que querem mudar de carreira e migrar para a área de desenvolvimento de sistemas. Geralmente os nanodegrees são patrocinados e desenvolvidos em parcerias com empresas de tecnologia e comunicação como o Google e AT&T. Um bom exemplo são os cursos oferecidos pela Udacity (vale apena olhar o case do estudante Ben Halperin).

O que me chamou a atenção nesses cursos foi a sua estratégia instrucional. São cursos não presenciais (flexíveis em horários, mas rigorosos no cumprimento das suas etapas), o que força o participante a demonstrar comprometimento, organização, iniciativa e determinação, além de serem adequados para pessoas que estão em outras carreiras (e horários de trabalho apertados). O foco em habilidades e conhecimentos específicos utilizados no mercado de trabalho ajuda a priorizar o conteúdo e o desenvolvimento do curso em projetos reais patrocinados por empresas não apenas mostra como é uma rotina profissional, mas transforma o participante em parte dessa rotina (é basicamente um desenvolvimento on the job).

As empresas se beneficiam, pois têm contato direto com possíveis contratados, os estudantes idem, porque aprendem fazendo e em menos tempo e a instituição também, porque pode implementar um curso chancelado por quem realmente importa, os estudantes e os seus futuros empregadores (afinal, para que serve um curso profissionalizante?).

O importante dessa história, na minha opinião, é que nenhum dos envolvidos está sentado esperando alguma legislação mágica resolver seus problemas educacionais e nem tem medo de testar outros caminhos para a educação, diferente dos já testados há décadas. Não é por nada que a indústria de tecnologia é a cara do século XXI e que realiza inovações que vem mudando o mundo nas últimas duas décadas.

8 tipos de imaginação

abril 2, 2015 § Deixe um comentário

Artigo publicado na Edudemic, listando os 8 tipos de imaginação que usamos no dia a dia:

http://www.edudemic.com/8-types-of-imagination/

Abaixo indico quais são e coloco uma pequena explicação de cada (mantive o nome no original e fiz uma tradução aproximada entre parêntesis):

  1. Effectuative Imagination (imaginação que gera um efeito ) combina informações para gerar novos conceitos e idéias.
  1. Intellectual Imagination (imaginação intelectual – ou implícita) é utilizada quando se considera e desenvolve hipóteses a partir de diferentes peças de informação.
  1. Imaginative Fantasy (imaginação fantasiosa) cria e desenvolve histórias, poemas, peças, quadros, etc. Está ligada à criatividade artística.
  1. Empathy Imagination (imaginação empática) ajuda a perceber emocionalmente o que os outros estão sentindo.
  1. Strategic Imagination (imaginação estratégica) está relacionada à capacidade de reconhecer e avaliar oportunidades, transformando-as em cenários mentais.
  1. Emotional Imagination (imaginação emocional) foca em criar cenários emocionais a partir da percepção e observação em relação às outras pessoas.
  1. Dreams (sonhos) são uma forma inconsciente de imaginação composta de imagens, ideias, emoções e sensações que ocorrem durante determinadas fases do sono.
  1. Memory Reconstruction (reconstrução da memória) é o processo de recuperação da nossa memória a respeito de pessoas, objetos e eventos (obs: há estudos que indicam que a memória não é fidedigna, ela “muda” com o tempo).

Integrando “Tweets” em uma apresentação ao vivo

abril 1, 2015 § Deixe um comentário

Image courtesy of Pixaby and Irfanahmad1989 Basicamente é como os programas ao vivo na TV fazem, estimulando a participação e a interação de quem está assistindo.

O texto abaixo, da Edudemic, dá algumas dicas interessantes, como por exemplo, divulgar alguns tópicos relacionados para que os participantes reflitam um ou dois dias antes da apresentação ou estimular tweets com perguntas durante o evento. O powerpoint (universalmente usado para apresentações) possui um live web add-in que facilita o processo (quem quiser conhecer mais, pode clicar AQUI e ler um post sobre o assunto – cortesia da Social Media Today).

http://www.edudemic.com/how-to-integrate-live-tweets-into-your-presentations/

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