Configurando e depurando uma rede deep learning

junho 4, 2021 § Deixe um comentário

Em texto anterior comentei que era importante definir corretamente o número de camadas e o número de nós neurais em cada camada oculta. Disse até que era o “pulo do gato”. Gostaria de comentar a respeito de algumas regras básicas para isso. Confesso que ao planejar o que escreveria aqui, fui tomado por algumas dúvidas. A principal delas: por que um usuário de tecnologia se interessaria por isso? Afinal, na maioria das vezes não precisamos saber como as coisas funcionam. A aspirina, por exemplo, foi descoberta em 1897 e ainda assim ninguém explicou de forma convincente como funcionava até 1995.

Essa abordagem de descoberta – baseada em respostas primeiro, explicações depois – acumula o que é chamado de dívida intelectual [1]. É possível descobrir algo que funciona sem saber porque funciona e, em seguida, colocar esse entendimento intuitivo em uso imediatamente, assumindo que o mecanismo oculto que a faz funcionar será descoberto mais tarde. Em alguns casos, pagamos essa dívida intelectual rapidamente. Mas, em outros, como no caso da aspirina, deixamos que essa “dívida” se prolongue durante décadas, contando com um conhecimento que não é totalmente entendido. 

Leia o texto completo em Update or Die. Publicada em 04 de junho de 2021.

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