Modelo Mental – Lógica e Criatividade acelerando inovação (parte 2)

maio 5, 2011 § Deixe um comentário

A lógica nessa história

Recorrendo aos dicionários, a definição de lógica é:

“1. Modo de raciocinar tal como de fato se exerce: Lógica natural. 2. Estudo que tem por objeto determinar quais as operações que são válidas e quais as que não são: Lógica formal, que trata dos conceitos, juízos e raciocínios, independentemente de seu conteúdo.”

Qualquer que seja a definição, quando falamos de lógica, estamos nos referindo a padrões que seguem algum critério, que podem ser replicados e nos dão algum controle sobre o seu resultado.

Principalmente nos últimos 250 anos, a lógica teve papel fundamental nas grandes transformações pelas quais o mundo passou. Revolução industrial, organizações políticas, avanços tecnológicos… A lista é enorme.

A sua grande força é dar a segurança necessária para organizar e implementar consistentemente o conceito em questão.

E ninguém em sã consciência adere a nenhum modelo que não tenha a lógica como base.

No modelo mental, a criatividade (na sua criação e comunicação) e a lógica (para direcionar e relacionar a sua criação e comunicação) trabalham juntas e completamente integradas.

Criatividade e lógica na empresa

O primeiro passo pra desenvolver a criatividade integrada com a lógica no seu negócio é ter a liderança realmente comprometida em estimular um ambiente onde a criatividade esteja incorporada no dia-a-dia.

Sem deixar de direcioná-la com os parâmetros que a lógica traz. Como, por exemplo, determinando “em que isso vai ajudar?” Ou então respondendo “porque queremos inovar nesse produto ou serviço?” Obter melhores resultados e preferência do Cliente têm que ser os balizadores de qualquer processo de inovação.

O segundo passo é se despir de preconceitos e se vestir com um pouco de humildade para aceitar idéias de outras pessoas. Como Dee Hock (o criador do sistema VISA de cartões de crédito) dizia: “O problema não é ter idéias novas e inovadoras. E sim esquecer as idéias antigas”. Deixar de verdade a criatividade ajudar a empresa.

O terceiro passo é ter a coragem de abandonar o que não está mais dando certo. A identificação dos modelos mentais de quem está envolvido no processo de inovação permite que as pessoas construam pontes entre o que acreditam hoje e o que está sendo proposto

Concluindo…

A criatividade não é um recurso escasso. Nem a lógica um recurso incompatível. Mas a verdade é que a maioria das empresas se esforça, conscientemente ou não, para acabar com uma das duas. Promovendo uma queda-de-braço entre a criatividade e a lógica até uma não agüentar mais e tocar com o braço na mesa.

A solução? Associar a criatividade (escrevendo as idéias que teve) a um parâmetro lógico (priorizando as ações). A idéia é aproveitar o que tem de melhor no lado direito (da criatividade) e no esquerdo (da lógica) do cérebro da sua empresa.

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