Testando o cérebro
março 10, 2015 § Deixe um comentário

Neurocientistas tem promovido diversas pesquisas via internet para entender como as diferentes partes do cérebro trabalham, de acordo com a idade do seu “dono”.
Um estudo publicado recentemente no “Psychological Science” trata do assunto. Um dos autores, Joshua Hartshorne, do MIT, diz que apesar de perdermos algumas habilidades cognitivas ao longo da vida, o cérebro tenta compensar essa perda utilizando outras áreas.
Quem se interessar, pode participar de algumas dessas pesquisas nos sites http://www.gameswithwords.org/ e http://testmybrain.org/
Project-based learning
março 9, 2015 § Deixe um comentário

O tema dessa edição do Spotlight da Education Week é o project-based learning, defendido pelo John Dewey lá pelos idos de 1902 e que ganhou força agora no século XXI, com a inclusão da internet e das redes sociais nos processos de aprendizado e de novas plataformas, como as baseadas no conceito de translearning (abordado em 2 posts antigos, disponibilizados nos links https://tibau.org/2011/05/28/translearning-parte-1/ e https://tibau.org/2011/06/05/translearning-parte-2/).
Para quem não está familiarizado ainda com o assunto, sugiro a leitura. Geralmente o Education Week pede um rápido cadastro para liberar os seus materiais.
Diferença entre líderes e seguidores
março 8, 2015 § Deixe um comentário

Esse é sempre um tema palpitante. Embora o conceito de liderança tenha evoluído muito no último século (de uma característica inata de poucos escolhidos para uma que depende da situação para aflorar), ainda se dedica muito estudo para entendê-la. Um deles foi publicado recentemente pela HBR e mostra que a postura conta e muito. Para a surpresa dos pesquisadores, pessoas que estão mais confortáveis na posição de “seguidoras” tem menos disposição para pedir ajuda ou receber críticas, menos confortáveis em admitir suas fraquezas e menos abertas para aprender e melhorar.
O estudo conclui que líder de verdade está mais aberto à evolução. A diferença pode ser de postura. Vale a leitura.
https://hbr.org/2015/03/why-leaders-are-easier-to-coach-than-followers
Artigos Top 5
março 7, 2015 § Deixe um comentário

Todos os anos são publicados milhares de estudos e pesquisas cujo tema é a educação. A maioria acaba “pegando poera” em alguma estante, poucos chegam ao conhecimento do grande público. A American Educational Research Association, uma organização quase centenária, publica todos os anos uma lista dos seus artigos mais lidos. É uma boa dica para se manter atualizado. O link abaixo indica o top 5.
http://www.npr.org/blogs/ed/2015/02/26/387471969/5-lessons-education-research-taught-us-in-2014
Entendendo o entendimento
março 6, 2015 § Deixe um comentário

Pesquisas a respeito da cognição indicam que o entendimento não é o precursor para a aplicação, análise, avaliação e criação e sim o resultado. Douglas Thomas e John Seely Brown, no livro “A New Culture of Learning” enfatizam a ideia, concluindo que o aprendizado não é um único ato direto, tipo causa e efeito, e sim uma compilação de atividades e pensamento associativo. Por isso, entender algo não é pré-requisito para aprender algo e sim parte do processo.
O “problema” que esse “novo entendimento” traz para todos que trabalham de alguma forma com educação é: se o entendimento não é necessário para a organização hierárquica de objetivos educacionais, como desde a década de 1950 a taxonomia de Bloom sugere, como mostrar a relevância de um conhecimento para quem deve recebê-lo? E se entender a relevância é essencial para estimular a motivação para aprender, dizer o objetivo do aprendizado e os resultados esperados bastam para gerar a confiança a priori?
São questões que vão movimentar o debate nos próximos anos.
Importância do que acontece após a ação educacional
março 6, 2015 § Deixe um comentário

Não é por acaso que Donald Kirkpatrick, no seu trabalho sobre o tema, definiu níveis de avaliação. Saber o que acontece após a ação educacional é crucial para conhecer a sua efetividade.
Mais um exemplo que corrobora com a afirmação, foi dado pela Harvard Businees Review em recente artigo a respeito de coaching. O texto, focado inteiramente em dicas para follow-up, chama a atenção para as práticas pós-reunião que devem ser implementadas para que o processo de aprendizado seja mais efetivo.
Para quem se interessar, o link para o texto original é o seguinte: https://hbr.org/2015/03/your-coaching-is-only-as-good-as-your-follow-up-skills
Colaboração online?
março 5, 2015 § Deixe um comentário
A colaboração online é definida como um modelo de trabalho em equipe onde grandes grupos de pessoas trabalham de maneira independente em um mesmo projeto. Com base nessa definição, alguns consideram a campanha na rede em favor da candidatura da senadora Elizabeth Warren à presidência dos EUA, o exemplo mais atual. A senadora do estado de Massachusetts não é lá muito conhecida aqui no Brasil (e pelo que pude apurar, nem nos Estados Unidos), mas tem conseguido angariar muito apoio de artistas e descolados nova iorquinos, tanto que já começa a fazer barulho e ser seriamente considerada como concorrente à indicação democrata.
Ela tem a seu favor dezenas de blogs e páginas na internet de correlegionários e voluntários, além de notícias “espontâneas” em diversos telejornais e revistas. Uma recente edição da revista New Yorker trouxe um artigo a respeito de uma reunião promovida no apartamento da filha do Al Pacino, com a presença de artistas e vídeo de apoio do ator Mark Ruffalo (é inegável o impacto que formadores de opinião têm nesses casos).
De qualquer forma, o bochicho tem crescido sem que se fale muito a respeito das ideias políticas da senadora, que garantem, é uma defensora dos direitos das mulheres. Segundo o artigo que citei, Julie Pacino ligou o som, dando início à festa/convenção no seu apartamento, quando algum impertinente quis conhecer a posição da senadora em relação à Palestina. Aparentemente o debate político norte-americano tem similaridades com o brasileiro, pelo menos no quesito tergiversação.
Um pensador criativo
março 5, 2015 § Deixe um comentário

Acredito que para ter boas ideias é preciso estar em contato com o maior número de informações e conhecimentos possíveis. Conhecer o exemplo de pessoas consideradas criativas também ajuda, nesse caso como inspiração. O arquiteto Sérgio Bernardes era um desses caras criativos que inspiravam. Desde que conheci um de seus projetos, a casa da Lota Macedo (para mim, uma das construções mais geniais já feitas), me interessei pela sua obra e história. Um dos exemplos dessa mente criativa foi o exercício futurístico feito por ele em 1965 e publicado pela revista Manchete (“O Rio do futuro – antevisão da cidade maravilhosa no século da eletrônica”), cujo tema era o Rio de Janeiro do século XXI. Muita ideia genial para a cidade. Quem tiver a oportunidade de ler a edição, vale a pena. Na internet é possível achar algumas passagens da revista.
7 modos de chamar a atenção
março 4, 2015 § Deixe um comentário

Bom artigo publicado na HBR, chamo a atenção para o modo nomeado pelo autor de “framing” (na minha tradução livre, algo com o sentido de enquadramento). É um conceito interessante, que foi explorado de maneira similar pelo Eduardo Giannetti no livro “O mercado das crenças”, que diz que as pessoas não são convencidas por um bom argumento ou ideia e sim por ideias e argumentos que já façam parte do seu modelo mental, ou seja, aceitam o que já estão pré-dispostas a aceitar. No caso do conceito “framing”, a lógica é “bater na tecla” até que a pessoa se “acostume” com aquele argumento.
https://hbr.org/2015/03/7-ways-to-capture-someones-attention
Cultura (quase)inútil
março 4, 2015 § Deixe um comentário
Para quem quiser relembrar as aulas de física do colégio, um pouco de cultura (quase)inútil. Termologia aproximada para conversão Celsius/Fahrenheit e vice-versa.
