Autoaprendizado – parte 2

maio 6, 2015 § Deixe um comentário

As próximas 5 dicas se referem a um tema essencial para o autoaprendizado: a motivação. É sabido que motivação é um “estado de espírito” e como tal, é influenciada tanto por elementos externos, quanto internos. Geralmente, o papel do elemento externo é supervalorizado. Certamente podem ajudar ou prejudicar a sua motivação, mas o seu impacto se restringe a isto. São elementos auxiliares.

O que conta em motivação são os elementos internos, são eles que geram e mantém o estado. As dicas a seguir, se dedicam a abordar atitudes que auxiliam na manutenção da “vontade” de aprender.

6. Use estratégias conscientes de motivação

Sistemas de recompensa funcionam maravilhosamente bem quando utilizados em parceria com o aprendizado autodirecionado. Dê-se metas de curto-prazo, atreladas a pequenas recompensas pessoais (por exemplo, assistir aquele filme que tanto queria) e se concentre em conquistá-las.

7. Procure se contextualizar

Antes de aprofundar-se em algum tópico, é importante ter o contexto dele. Uma rápida pesquisa em uma ferramenta de busca na internet lhe dará uma visão geral do assunto e facilitará o entendimento dos detalhes.

8. Cultive a motivação intrínseca

Motivação intrínseca (aquela gerada por fatores pessoais) não vem naturalmente para todos, mas pode ser aprendida. Torne o seu aprendizado mais prazeroso, registrando fatos interessantes do seu processo ou planejando o compartilhamento do seu conhecimento com outros (ensinar é uma das melhores formas de aprender).

9. Compartilhe o seu aprendizado

Saber que você vai compartilhar com outros o que está aprendendo faz uma diferença enorme no processo de aprendizagem. Ficamos mais atentos aos detalhes e o processo de memorização fica mais apurado quando sabemos de antemão que transmitiremos aquele conhecimento a outra pessoa.

10. Crie algo com base no que aprendeu

Mantenha o hábito de criar algo com base no conteúdo aprendido, pode ser um diagrama, uma música ou uma anotação. O importante é registrar e criar maneiras de solidificar o conteúdo na sua memória de longo-prazo.

No próximo post, abordarei dicas relacionadas a programação de estudo.

Autoaprendizado – parte 1

maio 4, 2015 § Deixe um comentário

O termo autodidata tem raízes na Grécia antiga e traz embutida uma ideia muito simples: deveríamos nos encorajar a estudar de maneira independente. Muitas vezes, com a agenda atribulada e o dinheiro curto, é a opção que nos resta se quisermos continuar a nos desenvolver intelectualmente.

Para ajudar aqueles que querem “tomar as rédeas” do seu próprio aprendizado, seguem algumas dicas do livro “Organising Schools to Encourage Self Direction in Learners”, do pesquisador da UNESCO, Rodney Skager.

1. Defina as suas metas de aprendizagem

Você não pode alcançar o que não foi definido (ou se não souber do que precisa). Identificar o que se quer aprender é o primeiro passo de qualquer processo de autoaprendizagem.

2. Questione o significado das coisas

Crie o hábito de não aceitar as coisas como são e as perguntas virão naturalmente. Isso acontece porque, efetivamente, começamos a nos preocupar com as respostas.

3. Procure se desafiar

Quem disse que desafio não pode ser prazeroso? Há poucas coisas mais reconfortantes do que identificar um problema que você se importe e encontrar a solução para ele. Esse é o real significado do aprendizado.

4. Monitore o seu próprio processo de aprendizagem

O aprendizado é mais agradável quando é você que define os seus objetivos e parâmetros de avaliação. Independente de ter uma “nota”, tente mensurar o seu progresso em comparação com suas metas pessoais de aprendizagem.

5. Compreenda a sua própria abordagem

Sempre achamos que conhecemos o nosso próprio estilo e preferência. Mas, será que conhecemos mesmo? Tire um tempo para refletir qual formato ou mídia lhe ajuda a aprender melhor. Você se surpreenderá com os resultados que obterá utilizando o modo mais adequado para você.

Pretendo retomar esse assunto nos próximos posts. Até lá!

Ferramentas para manter seu “conteúdo” organizado

abril 30, 2015 § 1 comentário

Guardar as anotações em um único lugar, salvar seus documentos em pastas facilmente acessíveis, manter seus vídeos favoritos em uma playlist são práticas que ajudam a recuperar suas informações de maneira mais fácil e rápida.

A seguir, o link para uma lista de 20 ferramentas que podem facilitar a sua vida e torná-la mais organizada. Algumas são pagas, outras gratuitas, o importante é checar o que funciona para você e colocar em prática.

20 ferramentas

Robert Gagné e os 9 passos – parte 2

abril 28, 2015 § Deixe um comentário

Retomando o “papo”, chegou a hora de abordar os passos 6 a 9:

Passo 6: Estimular o desempenho

Aqui é o momento de começar a checar se o conhecimento foi adquirido. Deve-se permitir que os aprendizes pratiquem, demonstrem ou apliquem o que aprenderam. Podem ser usadas técnicas como as de jogos ou role playing, que permitem a prática e a melhoria do conhecimento recém-adquirido. Reserve um espaço para o aprendizado corretivo, isto significa dar oportunidade de reforçar o que ainda não estiver claro, apresentando o curso de ação correto. Se foi passada uma informação nova, a dica é fazer perguntas a respeito. Elas ajudam a checar o entendimento e manter a atenção do aprendiz. As perguntas, nesse caso, não devem ser aquelas que simplesmete repetem a informação, utilize-as de forma que o aprendiz possa refletir e identificar erros e não simplesmente decorar.

Passo 7: Dar feedback

Possibilitar que o aprendiz perceba que o esforço despendido está sendo notado e reconhecido, ajuda a gerar confiança no processo de aprendizagem. Em e-learning, podem ser usados testes, quizzes ou comentários para dar feedback a respeito de como o conhecimento foi demonstrado e como se pode melhorar. Se for o caso de um feedback verbal presencial, reconheça sempre o bom desempenho. Havendo necessidade de um feedback negativo, aponte as razões específicas, indicando o caminho a ser seguido para melhorar.

Passo 8: Avaliar o desempenho

Gagné chamava bastante atenção para esse passo. Avaliar de maneira apropriada o aprendiz, dá suporte para a melhoria do seu desempenho, além de ajudar a melhorar a efetividade da própria ação educacional. Como a maioria das pessoas se sente desconfortável com avaliações, tente fazê-las da forma mais prazerosa possível. Sem deixar, no entanto, de reforçar os objetivos de aprendizado. Avaliar por meio de dissertação (a famosa redação dos tempos de colégio), pequenos questionários ou por meio de perguntas abertas, testa o conhecimento retido inicialmente, sem dar aquela cara de “prova”. Também é uma boa ideia dar feedback após essa etapa, de forma que sugiro que se faça uma pequena inversão entre os passos 7 e 8 (não creio que o Gagné se importaria com essa “liberdade” tomada).

Passo 9: Melhorar a retenção do conhecimento e a sua transferência para o dia a dia

Tem um pequeno ditado a respeito de como se fazer apresentações efetivas: “diga para o seu público o que você pretende dizer a eles, diga a informação e depois conte para eles o que foi dito”. É como faz o apresentador Silvio Santos, repete sempre 3 vezes a mesma coisa para fixar a informação. No caso do e-learning, essa etapa pode ser feita informando o aprendiz a respeito de situações em que o conhecimento pode ser aplicado ou problemas que ele pode ajudar a resolver, disponibilizando atividades extras para que possam praticar um pouco mais e fazendo uma revisão (ou resumo) do curso. Mas, atenção: não apresente novas terminologias ou conceitos nessa etapa. É preciso focar apenas no fechamento da ação e no estímulo à transferência para a prática.

Robert Mills Gagné tinha paixão por entender como as pessoas aprendiam e essa paixão permitiu que ele, ao longo da sua carreira, sedimentasse as bases para as teorias e técnicas a respeito do processo de aprendizagem e do design instrucional. Costumava dizer que “a razão de qualquer instrução é o aprendizado” e “qualquer tema ou técnica de instrução deve estar centrada em quem irá aprender”. Em qualquer ação educacional, esses pontos nunca podem ser esquecidos.

Robert Gagné e os 9 passos – parte 1

abril 24, 2015 § Deixe um comentário

Nos anos 1980, depois de décadas de estudo, o especialista em educação Robert Gagné, uma das referências quando o assunto é design instrucional, montou o conceito dos 9 passos da instrução. De lá para cá, os 9 passos têm sido utilizados para direcionar o planejamento de uma gama enorme de ações educacionais, comprovando a força do conceito. Falando em força, a razão pela qual os 9 passos terem passado no “teste do tempo” está no fato de serem baseados na maior expertise do Gagné, o funcionamento do aprendizado.

Sempre acho que a melhor forma de tangibilizar um conceito é entendendo como ele pode ser aplicado na prática. Como o post anterior foi a respeito de EAD, proponho discorrer um pouco como os 9 passos podem ser aplicados em uma das maiores vertentes de EAD atualmente, o e-learning.

Passo 1: Ganhar atenção

Ganhar atenção é essencial em qualquer ação (seja educacional, de comunicação ou qualquer uma que lhe venha à mente). A não ser que consigamos “agarrar” a mente do aprendiz, ele não vai tirar muito da experiência, mesmo que seja obrigado a ficar até ao final dela. Em e-learning, para ganhar a atenção desde o início, a dica é não fazer uma abertura muito formal. Inconscientemente, somos levados a acreditar que a abertura de qualquer curso é um preâmbulo do restante dele. Contar uma história ou apresentar uma animação interessante, é um bom modo de deixar a abertura mais informal e de quebra, o aprendiz interessado no que vem por aí.

Passo 2: Informar o objetivo do aprendizado

É importante direcionar as expectativas, responder o porque de se estar ali e o ganho que se terá com o e-learning. Esses objetivos devem ser concisos, tente apresentar no máximo 5 resumidos. A ideia é gerar um checklist para o aprendiz poder avaliar (muitas vezes mentalmente), no decorrer do curso, se estão sendo atingidos.

Passo 3: Relembre o conteúdo já passado

O passo se relaciona com a construção da conexão entre o que o aprendiz já sabe e o que ele irá adicionar a este conhecimento. Uma dica aqui é criar “mapas mentais” e gráficos que ilustrem como o e-learning está “ligando os pontos” daquele conteúdo e ajudá-lo a perceber o gap entre o nível de conhecimento atual e o desejado.

Passo 4: Apresentação do material

Gangné chamava esse passo de “estratégia efetiva de conteúdo”. Se referia dessa maneira porque para ele, o conteúdo deveria ter uma aplicação efetiva (o que também ajuda a demonstrar a sua relevância). Além de utilizar uma variedade de recursos para disponibilizar o conteúdo, organizar a informação em pequenos pedaços ajuda a repassá-la de maneira lógica. Aqui vale outra dica (agora, do que não fazer): não bombardeie o material com muita informação ou muitos elementos interativos. Isto causa o que os especialistas chamam de “sobrecarga cognitiva”. Em e-learning, o aprendiz deve ter a sensação de controle do aprendizado e não de que está no meio de uma rave.

Passo 5: Orientar o aprendizado

E-learning é menos ensino e mais orientação e direcionamento. Usando técnicas como mnemônicos, estudos de caso, storyboards, analogias e aprendizagem por observação, é possível auxiliar o aprendizado e o entendimento do conteúdo trabalhado no passo 4. Lembre-se, o que o Gangné queria com o passo 5 era que se fornecesse conscientemente formas de auxílio aos participantes, que os ajudassem a “aprender a aprender” e a reter melhor a informação.

No próximo post, abordarei o restante dos passos (6 a 9). Até lá!

A história da EAD

abril 22, 2015 § Deixe um comentário

Educação a distância não é uma novidade dos tempos atuais, veem ajudando os aprendizes desde o século XVIII.

Já utilizou como mídias cartas, rádio e TV antes de chegar à internet e aplicativos. O infográfico abaixo foi desenvolvido pela Brighton School of Business and Management, instituição britânica especializada em EAD. Peço desculpas por não traduzir, mas como podem ver, é uma longa linha do tempo. Quem quiser visualizar a imagem em uma definição melhor, basta acessar pelo link: http://www.brightonsbm.com/infographic-distance-learning.html

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Aprendizes e Estudantes

abril 20, 2015 § Deixe um comentário

Uma das maiores discussões, na maior parte dos países ocidentais, quando o assunto é sistema educacional moderno, é em relação ao seu foco. No Brasil, o enfoque está meio que resolvido, deveríamos focar em “criar” cidadãos conscientes socialmente, como direciona nossa Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Mas, o que significa isto? Bons estudantes são bons cidadãos? Ou deveríamos procurar estimular que se tornem aprendizes habilidosos? Há uma diferença, e não é apenas semântica, entre estudante e aprendiz. Vamos a ela:

1. Relacionamento com os educadores:

Estudantes são como funcionários, se espera que direcionem seu interesse em sintonia com o interesse da escola ou do currículo (algumas esperam simplesmente que se comportem e sigam as instruções). Aprendizes possuem interesses mais variados e preferem ter liberdade de auto-direcionar o seu aprendizado.

 2. Relacionamento com os pares

Estudantes são competidores. O “ano letivo” nada mais é do que uma competição de longa duração e desde a minha época de estudante, o objetivo final era “passar no vestibular” (hoje é tirar uma boa nota no ENEM). Aprendizes são colaboradores. Quem já experimentou aprender algo apenas por prazer ou sem nenhum objetivo definido, sabe do que falo. É só procurar algum grupo de discussão na internet para comprovar na prática.

 3. Motivação

Estudantes são estimulados a “trabalhar” por uma compensação (a nota, passar de ano, entrar na faculdade, etc.). Aprendizes são motivados em entender e gerar valor com o seu “trabalho”.

 4. Compensação

Estudantes esperam como compensação pelas suas notas, uma porta de entrada para a faculdade ou um bom emprego. Aprendizes possuem um senso de “missão a cumprir” ao longo do processo. A “meta” não é recompensada, é conquistada, não é simbólica, é um investimento.

 5. Modo de operação

Estudantes são complacentes, disciplinados, orientados por objetivo e treináveis. Aprendizes são perceverantes, auto-disciplinados, orientados por resultado e engenhosos.

Um dos grandes diferenciadores dos bons estudantes dos aprendizes habilidosos são as notas. O primeiro grupo é bastante motivado por elas. E essa motivação é extremamente recompensada ao longo da sua “carreira” estudantil. Essa orientação traz 3 consequências:

A primeira, é a perda de interesse pelo aprendizado. Na medida em que a motivação em obter boas notas cresce, a motivação em explorar ideias tende a decrescer.

A segunda, é a prática de evitar tarefas desafiadoras sempre que possível. Afinal, quanto mais difícil a tarefa, maior é a possibilidade de não conseguir uma boa nota.

A terceira, está relacionada à qualidade do aprendizado. Bons estudantes, apesar de completarem suas tarefas, passarem em testes e conseguirem boas notas têm dificuldade em se lembrar do que aprenderam após o exame final. Segundo o pesquisador Eric Mazur, também professor de física aplicada da Universidade de Harvard, 2 meses após o exame final, 90% dos estudantes volta ao nível de conhecimento que tinha no início do semestre anterior.

A ironia do enfoque dado à educação brasileira é que temos hoje, em 2015, um mercado saturado de profissionais com diplomas com dificuldade em encontrar emprego, uma vez que os empregadores valorizam pessoas com rápida capacidade adaptativa e de aprendizado e com habilidade em aplicar o que sabem (apesar destas habilidades só serem passíveis de serem checadas no decorrer do próprio trabalho, a orientação de seleção é essa). Em resumo, um mercado que procura (pelo menos teoricamente) aprendizes habilidosos e não bons estudantes.

Penso que é hora de aceitar os fatos e repensar o foco que queremos para o nosso sistema educacional.

Compilado de Recursos

abril 17, 2015 § Deixe um comentário

A Edutopia lançou esta semana um compilado de textos abordando diversos recursos que podem ser usados para estimular o aprendizado. São artigos voltados para categorias como planejamento do ambiente de aprendizado, recursos da web, planejamento de aula, dentre outros. Vale a pena conferir.

A Edutopia, para quem não está familiarizadoé o “braço” de compartilhamento de conhecimento do movimento criado pela Fundação do George Lucas (o do Star Wars), que busca incentivar a implementação de novas estratégias de aprendizado.

Para acessar ao compilado, clique AQUI.

“Matadores” de criatividade

abril 15, 2015 § Deixe um comentário

Ao contrário do que imaginamos, alguns hábitos estimulados por “especialistas” podem causar mais mal para a criatividade do que bem. Por exemplo:

Pensar “fora da caixa”

Ron A. Beghetto, um dos criadores do modelo 4Cs da Criatividade, diz que pessoalmente tem “grande dificuldade em pensar fora da caixa, porque na verdade o que é preciso é pensar criativamente dentro de várias caixas”. Slogans populares como “liberte sua mente” ou “elimine todas as restrições” podem soar liberadores, mas no fundo são irreais ou mesmo errados. Segundo Beghetto, parâmetros são um contrabalanço importante e necessário para a originalidade. Ele conduziu um estudo em que pedia aos participantes para “inventarem” um novo esporte. As melhores ideias vieram daqueles que se basearam em esportes já existentes e não dos que usaram ideias menos familiares, embora originais. Beghetto gosta de dar como exemplo a improvisação no jazz, que é uma expressão criativa criada com base em padrões determinados.

Limitar as escolhas

Em alguns contextos, limitar a escolha pode melhorar a criatividade (afinal, MacGyver construía bombas com chiclete), mas definitivamente não é o caso no aprendizado. Limitar a liberdade intelectual limita o resultado intelectual. É preciso dar mais possibilidades e caminhos quando a história é estimular o aprendizado. Afinal, em educação, como na vida, não existe gabarito com a resposta certa. O que existe são caminhos, opções. Por isso, ter indicadores é importante para saber se o caminho escolhido está dando resultado, assim como ter flexibilidade, para mudar a rota quando for o caso.

Repetição de assuntos é “decoreba”

“O conteúdo é o combustível para futuras ideias criativas” diz a Dra. Helen Abadzi, especialista em educação do Banco Mundial. Para construir a habilidade de leitura, matemática e raciocínio é preciso exercitar a habilidade de recuperar e usar o conhecimento para gerar ideias em velocidade suficiente para alcançar altos níveis de complexidade (é o que chamo de conexão do conhecimento). Isto requer prática, por isso não é perda de tempo fazer exercícios repetidamente até diminuir a operação mental para realizá-los (ou como diziam os mais antigos, “até automatizar”).

Lotar a agenda para aproveitar melhor o tempo

Também conhecida pelo nome em inglês, over-scheduling, a prática de “aproveitamento” do tempo marcando várias atividades próximas umas das outras é um dos grandes inimigos da criatividade. Atividades mais prosaicas e relaxantes como “dar uma caminhada” estimulam o pensamento criativo. É aquela história, se você não tem tempo para uma “volta no quarteirão”, não terá tempo para ser criativo (ou inovador). Criatividade também precisa de tempo e espaço para florescer.

Vídeos Online

abril 13, 2015 § Deixe um comentário

Equipment Tools Videos TESLO

Não é segredo que cada vez mais pessoas postam vídeos online e com uma qualidade quase que profissional. Gravação de conteúdo em “aulas” online tem sido um dos pontos-chave de modelos educacionais como o flipped classroom e new classroom, ao tirar o repasse de conteúdo do presencial e focar no repasse não presencial para abrir mais espaço para a aplicação prática.

Saber como “produzir” vídeos online, nesse contexto, se torna uma habilidade altamente recomendável para quem quer implementar novos modelos. Jack Askew é uma das pessoas com essa habilidade, que topa ensinar quem quer se enveredar pelo mesmo caminho. Aí vão algumas recomendações dele a respeito de ferramentas e equipamentos que auxiliam no desenvolvolvimento de vídeos online: http://www.teachingeslonline.com/equipment-tools-video/